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<?xml-stylesheet href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/rss2full.xsl" type="text/xsl" media="screen"?><?xml-stylesheet href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css" type="text/css" media="screen"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Revista Malagueta / blog</title><link>http://revistamalagueta.com/blog</link><description>Revista literária online que publica artigos, resenhas, colunas, contos, crônicas, poemas e minicontos de brasileiros e portugueses.</description><language>en</language><generator>http://wordpress.org/?v=2.6.5</generator><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/blog-malagueta" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId>1345573</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://www.feedburner.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>Edição #10 no ar</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~3/397184197/</link><category>Informativo</category><category>Revista</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Renata Miloni</dc:creator><pubDate>Thu, 21 Aug 2008 05:18:43 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://revistamalagueta.com/blog/?p=38</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="http://revistamalagueta.com/editorial/10"><img src="http://revistamalagueta.com/wp-content/themes/malagueta/imagens/menu/editorial.gif" border="0" alt="" /></a><br />
Esta edição chega com alguns imprevistos, mas tem algo de especial nela que ficará guardado. Desta vez, não temos as colunas por motivos pessoais de alguns colunistas, então deixaremos para novembro. Aliás, a décima primeira edição também terá algo de bastante especial, que não será divulgado até sua publicação.<br />
Como podem perceber, algumas coisas no site foram modificadas para deixar a leitura mais prática.<br />
(<a href="http://revistamalagueta.com/editorial/10">leia mais</a>)</p>
<p><a href="http://revistamalagueta.com/contos10"><img src="http://revistamalagueta.com/wp-content/themes/malagueta/imagens/menu/contos.gif" border="0" alt="" /></a><br />
<a href="../../contos10/a-estreia"><em>A estreia</em></a><br />
de Andreia Areias<br />
<a href="../../contos10/fuga"><em>Fuga</em></a><br />
de Antônio Xerxenesky<br />
<a href="../../contos10/morte-subita"><em>Morte súbita</em></a><br />
de Marco Polli<br />
<a href="../../contos10/amor-fractus"><em>Amor Fractus: um querer de infinita complexidade</em></a><br />
de Raimundo Neto<br />
<a href="../../contos10/vida-b"><em>Vida B</em></a><br />
de Tiago Martins de Morais<br />
<a href="../../contos10/os-84-anos-de-dona-maria"><em>Os 84 anos de Dona Maria</em></a><br />
de Urariano Mota</p>
<p><a href="http://revistamalagueta.com/poemas10"><img src="http://revistamalagueta.com/wp-content/themes/malagueta/imagens/menu/poemas.gif" border="0" alt="" /></a><br />
<a href="../../poemas10/lembranca-de-antes-do-tempo"><em>Lembrança de antes do tempo, Desinstante e Natureza morta</em></a><br />
de Fabrício Fortes<br />
<a href="../../poemas10/translucidez"><em>Translucidez, Nudez e Desacorde</em></a><br />
de Otto Leopoldo Winck<br />
<a href="../../poemas10/tiziu"><em>Tiziu, Afronta e Vaticínio</em></a><br />
de Walter Ramos de Arruda</p>
<p><a href="http://revistamalagueta.com/artigos10"><img src="http://revistamalagueta.com/wp-content/themes/malagueta/imagens/menu/artigos.gif" border="0" alt="" /></a><br />
<a href="../../artigos10/as-musas-confusas-de-patricia-portela"><em>As musas confusas de Patrícia Portela</em></a><br />
de Aida Cardoso<br />
<a href="../../artigos10/notas-do-desassossego"><em>Notas do desassossego</em></a><br />
de Ronald Robson</p>
<p><a href="http://revistamalagueta.com/resenhas10"><img src="http://revistamalagueta.com/wp-content/themes/malagueta/imagens/menu/resenhas.gif" border="0" alt="" /></a><br />
<a href="../../resenhas10/os-lados-dos-lados-do-circulo"><em>Os lados dos lados do círculo</em></a><br />
de Kelvin K.<br />
<a href="../../resenhas10/sob-o-signo-da-ruina"><em>Sob o signo da ruína</em></a><br />
de manuel a. domingos<br />
<a href="../../resenhas10/no-mundo-da-lua"><em>No mundo da lua</em></a><br />
de Otto Leopoldo Winck</p>
<p><a href="http://revistamalagueta.com/cronica10"><img src="http://revistamalagueta.com/wp-content/themes/malagueta/imagens/menu/cronicas.gif" border="0" alt="" /></a><br />
<a href="../../cronicas10/o-senhor-do-universo"><em>O senhor do universo</em></a><br />
de Diego Viana<br />
<a href="../../cronicas10/criticas-com-cupuacu"><em>Críticas com cupuaçu</em></a><br />
de Felipe Borges Valério<br />
<a href="../../cronicas10/capitu-afinal-e-finalmente"><em>Capitu, afinal e finalmente</em></a><br />
de Roberto Gomes<br />
<a href="../../cronicas10/a-forma-da-realidade"><em>A forma da realidade</em></a><br />
de Sérgio Lavos<br />
<a href="../../cronicas10/faz-sentido"><em>Faz sentido</em></a><br />
de Walter Ramos de Arruda</p>
<p><a href="http://revistamalagueta.com/minicontos10"><img src="http://revistamalagueta.com/wp-content/themes/malagueta/imagens/menu/minicontos.gif" border="0" alt="" /><br />
</a><a href="../../minicontos10/doce-e-vermelho-verao"><em>Doce e vermelho verão</em></a><br />
de Andreia Areias<br />
<a href="../../minicontos10/soco-no-espelho"><em>Soco no espelho</em></a><br />
de Dimas Gomes<br />
<a href="../../minicontos10/634"><em>634</em></a><br />
de Eron de Almeida<br />
<a href="../../minicontos10/gavetas-vazias"><em>Gavetas vazias</em></a><br />
de Paulo Rodrigues Ferreira</p>
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</span><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~4/397184197" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Esta edição chega com alguns imprevistos, mas tem algo de especial nela que ficará guardado. Desta vez, não temos as colunas por motivos pessoais de alguns colunistas, então deixaremos para novembro. Aliás, a décima primeira edição também terá algo de bastante especial, que não será divulgado até sua publicação.
Como podem perceber, algumas coisas no site [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://revistamalagueta.com/blog/informativo/edicao-10-no-ar/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://revistamalagueta.com/blog/informativo/edicao-10-no-ar/</feedburner:origLink></item><item><title>Nova mudança</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~3/397184198/</link><category>Informativo</category><category>Revista</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Renata Miloni</dc:creator><pubDate>Mon, 07 Jul 2008 16:17:43 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://revistamalagueta.com/blog/?p=37</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Não é novidade que manter uma revista, mesmo que pela internet, não é algo fácil. A <strong>Malagueta</strong> nasceu mensal e passou a ser bimestral depois de algumas edições. Agora, é necessário que a publicação seja trimestral. Talvez um dia volte a ser até mensal, mas, pelo bem da revista, a periodicidade fica assim por enquanto. Portanto, a próxima edição será publicada em meados de agosto. Maiores informações serão dadas no editorial.</p>
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</span><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~4/397184198" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Não é novidade que manter uma revista, mesmo que pela internet, não é algo fácil. A Malagueta nasceu mensal e passou a ser bimestral depois de algumas edições. Agora, é necessário que a publicação seja trimestral. Talvez um dia volte a ser até mensal, mas, pelo bem da revista, a periodicidade fica assim por enquanto. [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://revistamalagueta.com/blog/informativo/nova-mudanca/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://revistamalagueta.com/blog/informativo/nova-mudanca/</feedburner:origLink></item><item><title>Bayard: “Essa opressão tem de ser eliminada”</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~3/397184199/</link><category>Citação</category><category>Literatura</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Renata Miloni</dc:creator><pubDate>Sun, 06 Jul 2008 17:41:07 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://revistamalagueta.com/blog/?p=36</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<blockquote><p>Eu tentei mostrar no meu livro que existem livros que temos de ter lido, mas acho que cada um tem de descobrir os livros que tem de ler. Não é por causa dessa canonização de certos livros que você é obrigado a ler. Mas não estou falando contra a leitura. (&#8230;) E essa opressão que existe tem de ser eliminada. (&#8230;) Para cada livro, não temos de ler da primeira à última página, temos de inventar caminhos pessoais. Alguns livros vamos folhear, outros vamos direto para o final, outros vamos comprar e não ler imediatamente. Essa diversidade de caminhos acho que não é suficientemente transmitida pela instituições escolares e universitárias, porque existem pessoas que estão fora do livro e têm a impressão de que ele é um objeto sagrado, que você precisa de cuidado ao pegá-lo, que você tem que ler da primeira à última página. É isso que eu tento trasmitir. Claro que não é uma impossibilidade, não estou dizendo que a gente não deve ler. Deve ler, as pessoas devem ser grandes leitoras, e não ficar aterrorizadas com isso.</p></blockquote>
<p><strong>Pierre Bayard</strong> no debate &#8220;Os livros que não lemos&#8221; na <strong>Flip</strong>, hoje. Novamente é um trecho que não se pode ter certeza de algumas partes, mas é possível entender perfeitamente o que o escritor quis dizer.</p>
<p>Assim a <strong>Malagueta</strong> termina essa pequena compilação de citações de alguns escritores que participaram da <strong>Flip</strong> deste ano. E as atualizações do blog continuarão freqüentes.</p>
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</span><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~4/397184199" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Eu tentei mostrar no meu livro que existem livros que temos de ter lido, mas acho que cada um tem de descobrir os livros que tem de ler. Não é por causa dessa canonização de certos livros que você é obrigado a ler. Mas não estou falando contra a leitura. (&amp;#8230;) E essa opressão que [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://revistamalagueta.com/blog/citacao/bayard-essa-opressao-tem-de-ser-eliminada/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://revistamalagueta.com/blog/citacao/bayard-essa-opressao-tem-de-ser-eliminada/</feedburner:origLink></item><item><title>Stoppard: “Localização perfeita das palavras comuns”</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~3/397184200/</link><category>Citação</category><category>Literatura</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Renata Miloni</dc:creator><pubDate>Sun, 06 Jul 2008 17:00:49 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://revistamalagueta.com/blog/?p=35</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<blockquote><p>Acho que vale a pena nós nos lembrarmos de que existe também uma boa obra que é constituída pela localização perfeita das palavras mais comuns, das frases mais padronizadas (&#8230;), que pela sua função num determinado contexto, num momento específico, tem um efeito muito poderoso, potente, sobre tudo aquilo que a circunda.</p></blockquote>
<p><strong>Tom Stoppard</strong> na mesa (melhor dizer aula, uma bela aula) &#8220;Shakespeare, utopia e rock’n’roll&#8221;, ontem.</p>
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</span><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~4/397184200" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Acho que vale a pena nós nos lembrarmos de que existe também uma boa obra que é constituída pela localização perfeita das palavras mais comuns, das frases mais padronizadas (&amp;#8230;), que pela sua função num determinado contexto, num momento específico, tem um efeito muito poderoso, potente, sobre tudo aquilo que a circunda.
Tom Stoppard na mesa [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://revistamalagueta.com/blog/citacao/stoppard-localizacao-perfeita-das-palavras-comuns/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://revistamalagueta.com/blog/citacao/stoppard-localizacao-perfeita-das-palavras-comuns/</feedburner:origLink></item><item><title>Nooteboom: “Apenas um leitor”</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~3/397184201/</link><category>Citação</category><category>Literatura</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Renata Miloni</dc:creator><pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:47:07 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://revistamalagueta.com/blog/?p=34</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<blockquote><p>Todo livro tem apenas um leitor e é o leitor que lê aquele livro naquele momento, então um leitor à sua frente é o único leitor daquele livro.</p></blockquote>
<p><strong>Cees Nooteboom</strong>, ontem, na mesa &#8220;Paraíso perdido&#8221;. Também participou do debate o ex-colombiano <strong>Fernando Vallejo</strong>.</p>
<p>O trecho provavelmente deve ter sido um pouco diferente quando o autor o disse, mas assim foi dito na tradução simultânea.</p>
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</span><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~4/397184201" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Todo livro tem apenas um leitor e é o leitor que lê aquele livro naquele momento, então um leitor à sua frente é o único leitor daquele livro.
Cees Nooteboom, ontem, na mesa &amp;#8220;Paraíso perdido&amp;#8221;. Também participou do debate o ex-colombiano Fernando Vallejo.
O trecho provavelmente deve ter sido um pouco diferente quando o autor o disse, [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://revistamalagueta.com/blog/citacao/nooteboom-apenas-um-leitor/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://revistamalagueta.com/blog/citacao/nooteboom-apenas-um-leitor/</feedburner:origLink></item><item><title>Calligaris: “Uma forma de suspensão”</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~3/397184202/</link><category>Citação</category><category>Literatura</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Renata Miloni</dc:creator><pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:23:11 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://revistamalagueta.com/blog/?p=33</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<blockquote><p>A escrita de romance pode praticar uma forma de suspensão. Embora totalmente explícita, pode deixar uma parte muito grande ao não-dito, que não significa uma perda de intensidade.</p></blockquote>
<p><strong>Contardo Calligaris</strong> na mesa &#8220;Fábulas italianas&#8221;, também com <strong>Alessandro Baricco</strong>, ontem na <strong>Flip</strong>.</p>
<span class="akst_link"><a href="http://revistamalagueta.com/blog/?p=33&amp;akst_action=share-this"  title="Adicione ao del.icio.us, technorati, etc., mande por e-mail" id="akst_link_33">Compartilhe</a>
</span><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~4/397184202" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>A escrita de romance pode praticar uma forma de suspensão. Embora totalmente explícita, pode deixar uma parte muito grande ao não-dito, que não significa uma perda de intensidade.
Contardo Calligaris na mesa &amp;#8220;Fábulas italianas&amp;#8221;, também com Alessandro Baricco, ontem na Flip.
Compartilhe</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://revistamalagueta.com/blog/citacao/calligaris-uma-forma-de-suspensao/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://revistamalagueta.com/blog/citacao/calligaris-uma-forma-de-suspensao/</feedburner:origLink></item><item><title>Gaiman: “Um pesadelo no livro”</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~3/397184203/</link><category>Citação</category><category>Literatura</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Renata Miloni</dc:creator><pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:09:32 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://revistamalagueta.com/blog/?p=32</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<blockquote><p>Diálogo real é um pesadelo no livro. É como um filme ruim de <strong>Andy Warhol</strong>: não vai pra lugar nenhum.</p></blockquote>
<p><strong>Neil Gaiman</strong>, ontem, na mesa &#8220;A mão e a luva&#8221; da <strong>Flip</strong>, também com <strong>Richard Price</strong>. A ótima mediação foi de <strong>Marcelo Tas</strong>.</p>
<span class="akst_link"><a href="http://revistamalagueta.com/blog/?p=32&amp;akst_action=share-this"  title="Adicione ao del.icio.us, technorati, etc., mande por e-mail" id="akst_link_32">Compartilhe</a>
</span><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~4/397184203" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Diálogo real é um pesadelo no livro. É como um filme ruim de Andy Warhol: não vai pra lugar nenhum.
Neil Gaiman, ontem, na mesa &amp;#8220;A mão e a luva&amp;#8221; da Flip, também com Richard Price. A ótima mediação foi de Marcelo Tas.
Compartilhe</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://revistamalagueta.com/blog/citacao/gaiman-um-pesadelo-no-livro/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://revistamalagueta.com/blog/citacao/gaiman-um-pesadelo-no-livro/</feedburner:origLink></item><item><title>Adichie: “Explorar como a guerra nos afeta”</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~3/397184204/</link><category>Citação</category><category>Literatura</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Renata Miloni</dc:creator><pubDate>Sat, 05 Jul 2008 16:56:05 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://revistamalagueta.com/blog/?p=31</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Sobre romances africanos que tratam da guerra perpetuarem a idéia de que a África é um continente sem salvação (pergunta de <strong>Agualusa</strong>), a escritora nigeriana <strong>Chimamanda Ngozi Adichie</strong> disse:</p>
<blockquote><p>Para mim, é muito importante que eu escreva sobre o que eu quero escrever, o romance é meu. Pensei sobre isso recentemente. Só se ouve sobre os países da África quando alguém está morrendo, mas acho que, como escritora, sou atraída pelo lado obscuro do que significa ser humano e estou interessa em explorar como a guerra nos afeta.</p></blockquote>
<span class="akst_link"><a href="http://revistamalagueta.com/blog/?p=31&amp;akst_action=share-this"  title="Adicione ao del.icio.us, technorati, etc., mande por e-mail" id="akst_link_31">Compartilhe</a>
</span><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~4/397184204" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Sobre romances africanos que tratam da guerra perpetuarem a idéia de que a África é um continente sem salvação (pergunta de Agualusa), a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie disse:
Para mim, é muito importante que eu escreva sobre o que eu quero escrever, o romance é meu. Pensei sobre isso recentemente. Só se ouve sobre os [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://revistamalagueta.com/blog/citacao/adichie-explorar-como-a-guerra-nos-afeta/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://revistamalagueta.com/blog/citacao/adichie-explorar-como-a-guerra-nos-afeta/</feedburner:origLink></item><item><title>Agualusa sobre Pepetela</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~3/397184205/</link><category>Citação</category><category>Literatura</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Renata Miloni</dc:creator><pubDate>Sat, 05 Jul 2008 15:04:03 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://revistamalagueta.com/blog/?p=30</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<blockquote><p>O <strong>Pepetela</strong>, em Angola, é mais do que um escritor. É quase uma devoção, um lugar, uma referência cultural obrigatória.</p></blockquote>
<p><strong>José Eduardo Agualusa</strong>, mediador do debate &#8220;Guerra e paz&#8221; entre o angolano <strong>Pepetela</strong> e a nigeriana <strong>Chimamanda Ngozi Adichie</strong>.</p>
<span class="akst_link"><a href="http://revistamalagueta.com/blog/?p=30&amp;akst_action=share-this"  title="Adicione ao del.icio.us, technorati, etc., mande por e-mail" id="akst_link_30">Compartilhe</a>
</span><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~4/397184205" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>O Pepetela, em Angola, é mais do que um escritor. É quase uma devoção, um lugar, uma referência cultural obrigatória.
José Eduardo Agualusa, mediador do debate &amp;#8220;Guerra e paz&amp;#8221; entre o angolano Pepetela e a nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie.
Compartilhe</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://revistamalagueta.com/blog/citacao/agualusa-sobre-pepetela/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://revistamalagueta.com/blog/citacao/agualusa-sobre-pepetela/</feedburner:origLink></item><item><title>Noll: “Eu gosto do impuro”</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~3/397184206/</link><category>Citação</category><category>Literatura</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Renata Miloni</dc:creator><pubDate>Sat, 05 Jul 2008 14:01:26 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://revistamalagueta.com/blog/?p=29</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<blockquote><p>Eu não escrevo com muita programação. Eu deixo que esses cavalos mentais me arrastem. Eu acho que é por isso que existe a crise seqüencial, a crise da seqüência daquilo que eu escrevo. Parece que as ações aparecem na pele do romance a partir de insurgências do escuro. Essas ações não são nem dominadas pelo próprio narrador. E eu acho que a vida é um pouco isso. A vida, às vezes, é um festival de acaso e é isso que eu tento mostrar, eu realmente me deixo levar. Depois, evidentemente, é que vou fazer um retrabalho, vamos dizer assim, dessa narrativa. Aí eu sou obsessivo na limpeza do texto. A limpeza do texto não é exatamente uma higienização do texto, muito pelo contrário. Eu gosto do impuro, daquelas palavras que vemos em porta de banheiro público. Mas evidentemente também que não sou um sujeito naturalista, eu não trago as palavras pornográficas para fazer uma festa com elas, não é isso. Elas têm de entrar como recurso estético literário tanto quanto as palavras mais nobres.</p></blockquote>
<p><strong>João Gilberto Noll</strong> no debate &#8220;Ficções&#8221;, também com a cineasta <strong>Lucrecia Martel</strong>, ontem na <strong>Flip</strong>.</p>
<span class="akst_link"><a href="http://revistamalagueta.com/blog/?p=29&amp;akst_action=share-this"  title="Adicione ao del.icio.us, technorati, etc., mande por e-mail" id="akst_link_29">Compartilhe</a>
</span><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog-malagueta/~4/397184206" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Eu não escrevo com muita programação. Eu deixo que esses cavalos mentais me arrastem. Eu acho que é por isso que existe a crise seqüencial, a crise da seqüência daquilo que eu escrevo. Parece que as ações aparecem na pele do romance a partir de insurgências do escuro. Essas ações não são nem dominadas pelo [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://revistamalagueta.com/blog/citacao/noll-eu-gosto-do-impuro/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://revistamalagueta.com/blog/citacao/noll-eu-gosto-do-impuro/</feedburner:origLink></item></channel></rss>
